POÉTICA DO ARTISTA PLÁSTICO
byE SUA RELIGIOSIDADE NO VALE DO JEQUITINHONHA.
Se pensou cotidiano como rotina, sem maiores sustos ou novidades, eu aviso:
nos cotidianos se apresentam os inusitados, brotam as inspirações, balançam as certezas.
É no navegar conhecido das águas cotidianas que rompe o assombro, o desassossego, o amor, a utopia.
Nos slides do cotidiano aparecem os desafios.
Criam-se sonhos.
Neste espaço compartilho reflexões, ideias, ponderações sobre temas diversos.
Temas que fazem parte de ( ou que invadem os ) nossos cotidianos.
São pensamentos meus e de outras históricas.
Fraterno abraço,
Patrícia
Nota: Cotidiano ou quotidiano? Ambas as grafias estão corretas.
Imagem destacada. Vide sobre em < Mire-se. Denise Arantes>.
E SUA RELIGIOSIDADE NO VALE DO JEQUITINHONHA.
História e suas manas Penso que a democracia tem como finalidade a democracia. Nunca a democracia é suficiente. É um eterno exercício. Uma eterna…
Parei em frente ao mar, com a cadeira embaixo do braço. Abri-a lentamente observando a minha volta.
Histori-se recebeu alguns textos dizendo do cotidiano e de acontecimentos nestes tempos de pandemia. Alguns na forma de cartas ou de bilhetes.
“Ao abrir as cortinas deixo a luz do Sol entrar […]. A luz do Sol vai ocupando espaços […]”. Com estas palavras, Adana Kambeba acalentou os nossos corações nos ‘tempos pandêmicos’.
O vídeo tem duração de 5 minutos e 17 segundos.
Cantinho da Tati SUSTENTABILIDADE Eis uma das palavras mais faladas dos últimos tempos e com pesos e importâncias diferentes para cada um que faz…
Mulheres não nascem mães. Homens não nascem pais. Quando nasce um pai?
Quando nos olhamos no espelho, devemos nos enxergar e nos entender inteiras. Porque assim somos: uma inteireza – coração, mente, corpo, espírito, transcendência e história.
Aqui no exílio Tenho aprendido A não urgência das coisas, Penso: tenho que ir ali buscar isso e aquilo Mas vou amanhã ou depois….
Maternagem, práticas de zelo e de cuidados para com as crianças, e maternidade são condições intrínsecas às mulheres? A possibilidade biológica de gerar, parir e amamentar é determinante de um ‘instinto maternal’ ou o conceito de maternidade é uma criação cultural e social? O amor materno é um componente natural do sexo feminino?